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5 sinais de impotência sexual

impotencia sexualOs dados assustam, de acordo com a SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), a impotência sexual atinge cerca de 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos. Se considerarmos que muitos ainda resistem em procurar ajuda médica, podemos supor que esses números são ainda maiores.

O fato é que, mesmo com todo esse alto índice de ocorrência, os homens ainda encaram o problema como tabu, nem falando sobre o assunto.

O medo de ser taxado de menos homem, ou menos viril, faz com que muitos deles sofram calados, sem procurar o tratamento adequado que, na maioria das vezes, quando diagnosticado no início, é bem simples e rápido.

No Brasil, cerca de 50% dos homens, acima dos 40 anos, apresentam algum grau de impotência sexual e por isto procuram algum tratamento ou medicamento natural como o Casanova gocce muito utilizado em todo o mundo.

O que é preciso ressaltar é que a impotência sexual não deve ser motivo de vergonha, principalmente, porque atinge muitos homens e que precisa ser discutido e tratado o quanto antes, da forma correta.

O que é impotência sexual?

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, a impotência sexual é a incapacidade de obter uma ereção suficiente e adequada para manter uma relação sexual satisfatória.

Causas da impotência sexual

Devido a complexidade do problema, não há uma causa específica para impotência sexual, ou seja, vários fatores podem interferir em seu surgimento, como:

  • doenças cardiovasculares, metabólicas, neurológicas e endocrinológicas;
  • emocionais;
  • psicogênicos (uso de certos medicamentos);
  • iatrogênicos (realização de cirurgias).

Segundo estudos, embora muitas possam ser as causas da impotência sexual, a mais expressiva é a emocional, atingindo nada menos que 70% dos homens, enquanto 30% são relacionadas à disfunção orgânica.

Sinais da impotência sexual

1 – Dificuldade ou falta de ereção

ereção do pênis exige o funcionamento de diversos sistemas interligados:  vascular, nervoso e hormonal. Por outro lado, é preciso haver o estímulo sexual, produzido pelo cérebro e transmitido através da medula espinal em direção às terminações nervosas e aos corpos cavernosos (estruturas que, ao se encherem de sangue, provocam a ereção do pênis).

Caso esse processo não aconteça, pode ser um sintoma de impotência sexual.

2 – Incapacidade de manter a ereção

Não só a dificuldade de iniciar a ereção significa um sintoma, a dificuldade também em manter a ereção também é indicador do problema. Por isso, se for o caso, pode ser um sintoma de impotência sexual.

3 – Ejaculação precoce

A ejaculação é considerada precoce, segundo a Organização Mundial da Saúde, quando existe uma certa dificuldade de que ela aconteça no tempo ideal para ambos parceiros sentirem prazer.

Vale saber que a ejaculação precoce costuma ser bem impactante na vida sexual do homem, pois causa problemas físicos, psicológicos e emocionais.

Mas atenção, alguns homens sofrem de impotência sexual e também de ejaculação precoce, já que a dificuldade em manter
a ereção acaba gerando ansiedad
e em alguns homens.

Assim, quando o homem procura ajuda e consegue controlar a impotência sexual, consequentemente, também acabará tratando a ejaculação precoce.

4 – Ereções espontâneas reduzidas

É mais do que normal e saudável o homem apresentar ereções durante a noite ou logo ao acordar pela manhã, portanto, quando essas ereções não acontecerem mais ou terem sua frequência reduzida, é preciso ligar o sinal de alerta para a impotência sexual.

5 – Perda de ereção durante o ato sexual

Se, ao realizar algum esforço extra  na hora da relação, como mudar a posição durante o ato dificulte ainda mais a permanência da ereção, se isso se mostrar constante, é preciso ligar o sinal de alerta.

Tratamento da Impotência sexual

Como já foi dito, muitas podem ser as causas da impotência sexual, e também os sintomas, sendo fundamental, assim que se perceba os primeiros sinais, procurar o mais rapidamente possível um médico urologista, o qual saberá indicar o tratamento adequado.

Lembrando que quanto mais cedo for tratada, mais chances terá de cura completa e, praticamente, imediata.

Em alguns casos, o médico poderá indicar um acompanhamento psicológico, principalmente, se o problema for de origem psicológica, devendo-se  identificar e entender os gatilhos que levam ao problema.

Estratégias para emagrecer com saúde e não engordar mais

Não tem jeito, quem quer emagrecer sem prejudicar a saúde precisa apostar no combo: dieta equilibrada + atividades físicas. Porém, todo mundo sabe que, na prática, emagrecer não é tão fácil assim, depende de uma série de outros fatores.

Por exemplo, algumas pessoas, mesmo apostando em dietas e atividades físicas, não conseguem emagrecer, pelo menos, de forma definitiva, logo recuperando o peso todo de volta.

emagrecer sem engordar tudo de novo

Na verdade, emagrecer depende de uma série de fatores, e cada corpo reage de forma diferente a eles, não bastando apenas apostar em uma dieta equilibrada e suar na academia por horas.

Pensando nisso, resolvemos listar as sete principais dicas de especialistas para emagrecer com saúde e não engordar mais.

1 – Invista em saladas

Ok, ninguém está sugerindo que você vá viver de folhas, mas não deixar de comer diariamente saladas de folhas. Comprovadamente, comer salada antes do prato principal (almoço ou jantar), aumenta a sensação de saciedade durante as refeições. Invista em alface, rúcula, azedinha, radite e dente-de-leão, e vale apostar em sucos verdes.

2 – Acrescente grãos no cardápio

Os grãos aumentam a saciedade, baixam o índice glicêmico dos alimentos, melhoram o intestino e, de quebra, ainda ajudam a emagrecer.  A dica é comer 1 a 2 colheres de sopa de sementes ao dia (almoço e ao jantar). Invista em linhaça, chia, gergelim, semente de girassol, sementes de abóbora, entre outras.

3 – Acrescente Emagrecedores Naturais

Além de melhorar alimentação, se você usar alguns emagrecedores naturais, com certeza irá emagrecer ainda mais rápido, Ideal Slim é super eficiente e gera perda de peso em pouco tempo.

4 – Esqueça bebidas calóricas

Substitua bebidas vazias por sucos, bebidas probióticas, como o kefir, ajudam na função intestinal e na saciedade. E se não consegue ficar longe do álcool, intercale seu consumo com água ou kombucha.

5 – Durma melhor

Acredite, o sono tem ligação direta com o controle do peso., assim, dormir adequadamente (não ter privação e nem distúrbios de sono) faz com que a perda de peso durante a dieta por queima de ácidos graxos. Sem falar que um sono adequado ajuda a regular hormônios e neurotransmissores relacionados à fome. Quem dorme melhor, queima mais gordura, emagrece mais.

6 – Pratique aeróbicos e musculação

Sim, praticar exercícios aeróbicos ajuda a derreter gordurinhas, melhora o condicionamento cardíaco e pulmonar, porém, o músculo tem um papel endócrino fundamental que atua na regulação de hormônios como o GH, cortisol e insulina. Ou seja, depois de exercitar os músculos, o metabolismo fica ativado por muito mais tempo, favorecendo o gasto calórico e o emagrecimento também. Musculação tem que fazer parte da vida de quem quer emagrecer.

7 – Coma menos açúcar

Evite carboidratos refinados, ou seja, todo açúcar desprovido ou com pouca fibra. A dica, portanto, é fugir do açúcar, massa branca, barrinhas de cereal refinado, biscoitos. Diminuindo o nível de açúcar circulante no sangue, diminuirá, também, o de insulina, gerando um menor depósito de gordura.

8 – Invista em uma dieta personalizada

Esqueça dietas da moda. Toda pessoa é única e possui constituição genética e ambiental própria, ou seja, necessita de uma dieta específica. Por isso, é tão importante contar com o apoio de um médico e nutricional, para ter um cardápio personalizado levando em conta suas necessidades. No mais, não é preciso recorrer a dieta da moda nenhuma, basta comer de forma consciente, sem dúvida, uma das principais medidas para conseguir emagrecer e não engordar mais.

Adoçante: Descubra Qual o Melhor do Mercado

Quando chegamos na prateleira de adoçantes do supermercado, é possível ver uma grande variedade de opções, uma de cada tipo. Mas afinal, qual o melhor adoçante?

O fato é que temos produtos adoçantes usando diversas substâncias como base, tais como o aspartame, stévia, xilitol, manitol, sorbitol e muitos outros. Por isso não é nada incomum ficar cheio de dúvidas e não saber qual o adoçante escolher para levar.

Então, se você quer saber um pouco mais sobre esse assunto, continue lendo e descubra tudo o que você precisa saber sobre qual o melhor adoçante.

Qual o melhor adoçante?

Pois bem, a verdade é que mesmo atualmente os resultados de pesquisas e estudos ainda são um tanto obscuros a respeito das substâncias adoçantes.

Por isso, o mais indicado é sempre recomendar o uso de adoçantes naturais, como é o caso do manitol, stévia e sorbitol.

A sucralose, por sua vez, mesmo sendo artificial, também vem sendo bastante bem recomendada na comunidade científica. Isso acontece porque ela não deixa aquele gosto desagradável na boca como os demais.

Pois bem, para entender melhor cada tipo de adoçante e como ele funciona, vamos conhece-los melhor? Então veja:

  • Acessulfame K

Embora pareça contraditório, esse adoçante é um sal que deriva do potássio. Uma vantagem é que ele adoça cerca de 150 vezes mais do que o açúcar.

Como contra, esse tipo de adoçante não é indicado para pessoas portadoras de problemas renais ou outras doenças que ofereçam restrição ao consumo de potássio.

Por fim, vale ressaltar que ele não contém calorias!

  • Aspartame

Esse é um dos adoçantes mais usados em bebidas dietéticas, podendo adoçar até 200 vezes mais do que açúcar.

Embora ainda não seja confirmado, há a suspeita de um potencial cancerígeno no aspartame.

No caso do aspartame, cada 10 gotas do adoçante possuem cerca de 1,3 calorias. Já no caso do aspartame em pó é cerca de 4 calorias por grama.

  • Stévia ou esteviosídeo

Se a dúvida é sobre qual o melhor adoçante, aqueles de stévia estão no topo da lista. Esse adoçante é extraído de uma planta chamada Stevia rebaudiana.

Além disso, essa substância não possui qualquer tipo de contraindicação e ainda é atóxica.

A maior vantagem desse tipo de adoçante, além de ser natural, é que possui um poder de adoçar 300 vezes mais do que o açúcar. Além disso, é estável em altas temperaturas, o que permite que ele seja utilizado tanto em preparos que vão ao congelador, quanto nos que vão ao fogo.

Embora não possua calorias, o contra pode ser a presença de um sabor residual.

  • Frutose

A frutose pode ser extraída de frutas, do mel e até mesmo de alguns vegetais. Esse tipo de adoçante até pode ser consumido por pessoas diabéticas, desde que seja por recomendação médica.

Por outro lado, é pouco recomendado o seu uso em regime de emagrecimento, visto que produz uma quantidade de sacarose semelhante ao açúcar comum.

Esse tipo de adoçante é apenas 1,5 vezes mais poder de adoçar do que o açúcar, sendo vantajoso em relação ao açúcar por isso.

Embora não tenha limite para o consumo, o excesso no consumo de frutose pode ocasionar cáries e aumento dos triglicerídeos. Ele possui 4 calorias por grama.

  • Manitol

O manitol nada mais é do que um edulcorante natural que pode ser encontrado em uma grande variedade de vegetais, tais como a beterraba, o aipo e a cebola.

Ele possui o poder adoçante equivalente a 70% do poder do açúcar, mas não provoca cáries e outros problemas.

Além disso, existem depoimentos de que ele pode causar efeito laxativo quando consumido em maiores quantidades.

  • Sacarina

A sacarina é uma substância com poder adoçante até 3x maior do que o açúcar normal. O problema a respeito desse produto é que até o momento não existem pesquisas ou estudos a respeito da sua toxicidade.

A sacarina sódica apresenta quantidade de sódio em sua composição, fazendo com que se torne um fator de risco para hipertensos.

Mais do que isso, seu uso é contraindicado na gestação, visto que pode passar pela placenta e o feto não terá facilidade de excretá-la. Por isso, mostra alguma relação com dificuldade de crescimento do feto, bem como surgimento de tumores malignos.

  • Sorbitol

Com um poder adoçante 50% menor do que o açúcar, o sorbitol pode ser bem considerado na lista sobre qual o melhor adoçante. Isso porque ele é natural, extraído de algas marinhas e também de frutas.

Além disso, outro benefício é que ele é bem resistente a altas temperaturas, podendo ser utilizado na culinária.

Por outro lado, esse tipo de adoçante não é recomendado para pessoas cuja diabetes está sem controle e também para obesos. Mais do que isso, doses altas atuam como diurético, elevando a perda de cálcio do organismo.

  • Sucralose

Essa substância é feita a partir do açúcar e tem gosto de açúcar, mas o organismo não a reconhece dessa forma. Justamente por isso que ela não apresenta calorias.

Uma grande variedade de produtos diet e light usam esse tipo de adoçante, visto que ele é uma ótima alternativa para quem está buscando uma redução no consumo de açúcar.

Pronto, agora você já conhece uma grande variedade de substâncias e pode decidir qual o melhor adoçante, lembrando que o stévia figura como um dos mais vantajosos da lista!